sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Fantasmas do Passado

Ás vezes os culpados não tem a menor culpa
são como moscas que sozinhas batem no vidro
Como uma vida que não pôde ser salva
ou apenas uma gota d'água num grande incêndio

São como os fantasmas do passado
que irão nos assombrar por toda nossa vida
Partindo e refletindo neste coração injustiçado
Soando, correndo por toda rua assim infinita

A ira de um culpado jamais é compreendida
seus gritos ecoam como a despedida
de um filho pródigo que vai embora
e quando volta reconhece seus erros e chora

Seu tempo não lhe faz diferença
De olhos fechados ele recomeça
Encara a briga consigo mesmo
Pois agora está sozinho, indefeso

Lágrimas perdidas no grande oceano
Certo ou errado é realidade
A verdade escondida por trás do pano
A verdade ou o segredo da humanidade

O arrependimento, o pedido de perdão
O lamento e a imcompreensão do passado
A bagagem pesada demais para suas mãos
Um contrato selado entre ele e o futuro

Dylon 08/01/09 14h54

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